Bateristas do Social Distortion – Especial Christopher Reece

Social Distortion’s drummers – special Christopher Reece

O baterista do Social Distortion na época clássica da banda, época dos discos Prison Bound, Social Distortion e Somewhere Between Heaven and Hell, época do crescimento da banda e do contrato com a Sony, época da turnê com Ramones e tudo o mais, foi Christopher Reece.

Social Distortion’s drummer in the classic years, the times of the records Prison Bound, Social Distortion and Somewhere Between Heaven and Hell, of the band’s growth when they signed to Sony Records, of the tour with the Ramones and everything else, was Christopher Reece.

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Christopher é o dono do bar Pike Restaurant, sobre o qual fiz esse postChristopher is the owner of Pike Restaurant.

Chris começou a brincar com tambores na bandinha da Payson Jr. High School. Ele gostou e a coisa funcionou fácil desde cedo. Inclusive, ele tem uma história de bateristas na família.

O baterista nasceu em San Francisco, em 1959. Seus pais que eram descendentes de pioneiros mórmons que se instalaram em Goshen, Utah – hoje em dia, Chris tem uma propriedade lá onde passa algumas férias com os filhos, para que eles tenham a experiência da “country life” dos EUA. De lá, seus pais, já hippies, migraram para San Francisco e ficaram lá até 1972. Chris nasceu e cresceu na mágica San Francisco dos anos 1960.

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Em Utah, Reece teve contato com a música country, o que ajudou quando Mike Ness, na época do disco Prison Bound, quis experimentar esse tipo de som.

Quando acabou a High School, Chris voltou para San Francisco mas acabou em Reno, Nevada, onde fez amizade com Sean Graves (depois roadie do Social Distortion e da banda solo de Mike Ness) e com Bix Bigler (depois do 7Seconds). No porão eles tiravam covers de Ramones e assistiram shows do DOA e do Black Flag no RAD, que era uma garagem nos fundos de uma casa, época em que não haviam clubs que tivessem punk rock em Nevada.

Chris played drums in Payson Jr. High marching band. Something he enjoyed and that came easily. He hás a history of drummers in his family.

He was born in San Francisco 1959 to parents who were descendants of Mormon Pioneers who settled Goshen Utah. Today he owns property there and vacation with his family there for them to experience country life.

His parents were hippies who migrated from Utah to SF. He grew up in the magical 60’s in SF, then family moved to Utah in 72′ to go back and farm family land. Reece was exposed to country music on the radio and being familiar with country classics helped when Mike Ness wanted to explore traditional American music.

After high school he left to return to SF and landed in Reno Nev. around 78′. The drummer had musical buddies like Sean Greaves (who became a Social Distortion roadie and later played in Mike Ness’s solo act) and Bix Bigler (who played in 7 seconds), both from Payson Ut.

They lammed in a basement to Ramones covers and got to see early touring punk bands like DOA and Black Flag, who stopped of in Reno and played while on limited tours. They played at the RAD House which was a garage behind someones house. No clubs existed at those times.

 

 

 

 

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Pike Restaurant

Se você gosta de Social Distortion naquela fase clássica da virada dos anos 1980 para 1990, e estiver de passagem pelo sul da California, vale uma visita ao Pike Restaurant, o bar-restaurante do Christopher Reece. Fica em Long Beach.

If you like Social Distortion in their classic line-up of the 80’s and the 90’s, and you’re passing by South California, you should visit Pike Restaurant in Long Beach, which belongs to Christopher Reece.

 

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Chris Reece foi baterista do Social Distortion por quase dez anos, e gravou os discos Prison Bound (1988), Social Distortion (1990) e Somewhere Between Heaven and Hell (1992), naquela formação clássica com Mike Ness, John Maurer e Dennis Dannel. Esteve lá quando a banda fez sucesso com Prison Bound e assinou com a Sony para lançar os próximos três discos. Esteve lá quando a banda fez turnê com o Ramones em suporte ao Somewhere Between Heaven and Hell. Gravou os grandes clássicos e imprimiu sua marca pessoal na levada daquelas músicas que formaram uma geração, e eu próprio.

Chris Reece was Social Distortion’s drummer for about ten years and recorded Prison Bound (1988), Social Distortion (1990) e Somewhere Between Heaven and Hell (1992) in that classic line-up with Mike Ness, John Maurer and Dennis Dannel. He was there when Prison Bound had success and the band signed with Sony. He was there when the band toured with the Ramones. He recorded all the great classics that have his drumstyle on them. 

O Pike tem sua decoração motivada por elementos marinhos: âncoras, peixes, barcos, navios, piratas e coisas assim. E, aqui e ali, coisas do Social Distortion. Quando você chega na porta, a primeira coisa que vê é o tapete na entrada, com o logo da caveira, que também está nos copos. Tem um poster da turnê com o Ramones, a capa do LP Somewhere Between Heaven and Hell pendurada na parede, alguns outros posters de shows.

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Fui lá à noite, para jantar, com minha noiva, e o Chris não estava lá. Mandei um e-mail pra ele ali da mesa, mesmo, pelo celular. No dia seguinte, ele respondeu, e voltamos lá para almoçar. Chris adorou o papo: estava empolgado que alguém conhecia especificamente o trabalho dele, e queria discutir estilos de bateria, bem diferentes nos três discos que gravou com o Social D. No final, me presenteou com esses souvenirs que você vê abaixo.

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Daqui a uns dias vou postar aqui um pouco da conversa com Reece. Valeu, bro !